Em Defesa das Árvores: A Poda - Lição nº 1: click sobre a imagem para aumentar A recente participação numa reunião com alguns dos responsáveis autárquicos pelas árvores de Lisbo...
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terça-feira, 20 de outubro de 2015
sábado, 5 de junho de 2010
Tulipeiro ou Árvore do ponto
Em Leiria, na Rua da Assumpção, a caminho do ISLA e do EPL.
Época de exames! Por isso também é conhecida por árvore do ponto.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Árvores de Leiria - Cevadilha
(clic para ampliar)
Quantas vezes não terá passado por esta arvoreta e se terá questionado pelo seu nome? Finalmente em Leiria estão a ser colocados painéis informativos junto às árvores mais carismáticas da cidade, com as informações básicas acerca da planta, mas que já são uma óptima indicação para quem gosta de conhecer o seu nome e com ela poder comunicar com a devida intimidade emocional.
Leiria - Árvore de Júpiter
(clic para ampliar)
Para quem visitar Leiria posso adiantar que esta árvore está plantada junto à Ponte Hintze Ribeiro, a antiga ponte que, quando se fazia o percurso Porto-Lisboa pela EN1, era obrigatório atravessar. Ali perto também podemos admirar a bela Fonte Luminosa com o seu conjunto escultórico "Lis e Lena" de Almeida Henriques.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
CHOUPOS A ABATER em LEIRIA ?!
Continuação do post no blogue "dispersamente"
Leirienses ameaçam amarrar-se contra abate de choupos
O abate de dois choupos, localizados no Largo Cónego Maia, no centro de Leiria, está a provocar a indignação de vários leirienses, que ponderam a hipótese de se amarrarem às árvores, caso a Câmara Municipal avance com a medida.
Segundo faz saber a autarquia, o projecto de requalificação do Largo Cónego Maia, aprovado pelo executivo camarário, "prevê a substituição de dois choupos", tendo em conta que se trata de "árvores inadequadas para aquele espaço".
Nesse sentido, a câmara irá substituir os choupos por "quatro exemplares da espécie 'acer', árvores que são mais indicadas para o local".
No entanto, a medida não agrada a vários leirienses, que estão a mobilizar a restante população para sensibilizar a autarquia a recuar na decisão.
António Nunes é uma das vozes que se levantam contra o abate de duas espécies, considerando tratar-se de um "crime" realizado "à revelia da população".
"Temos de nos insurgir, porque as árvores são já uma referência na cidade e não estão a incomodar nada nem ninguém. Não me venham dizer que não são indicadas para a zona, porque o choupo é uma árvore que existe em todo o lado", referiu António Nunes ao nosso jornal, lamentando que a autarquia tenha tomado a decisão sem consultar a população.
Caso a autarquia avance com o abate dos choupos, António Nunes garante que irá promover um abaixo-assinado pela cidade e, como "medida extrema", pondera amarrar-se às árvores com o restante grupo de protesto.
No local, são já visíveis sinais de protesto. Afixados nas árvores, existem cartazes com a frase 'Crime, não nos matem'.
De acordo com a câmara de Leiria, as obras de requalificação do Largo Cónego Maia terão início no final deste mês.
O abate de dois choupos, localizados no Largo Cónego Maia, no centro de Leiria, está a provocar a indignação de vários leirienses, que ponderam a hipótese de se amarrarem às árvores, caso a Câmara Municipal avance com a medida.
Segundo faz saber a autarquia, o projecto de requalificação do Largo Cónego Maia, aprovado pelo executivo camarário, "prevê a substituição de dois choupos", tendo em conta que se trata de "árvores inadequadas para aquele espaço".
Nesse sentido, a câmara irá substituir os choupos por "quatro exemplares da espécie 'acer', árvores que são mais indicadas para o local".
No entanto, a medida não agrada a vários leirienses, que estão a mobilizar a restante população para sensibilizar a autarquia a recuar na decisão.
António Nunes é uma das vozes que se levantam contra o abate de duas espécies, considerando tratar-se de um "crime" realizado "à revelia da população".
"Temos de nos insurgir, porque as árvores são já uma referência na cidade e não estão a incomodar nada nem ninguém. Não me venham dizer que não são indicadas para a zona, porque o choupo é uma árvore que existe em todo o lado", referiu António Nunes ao nosso jornal, lamentando que a autarquia tenha tomado a decisão sem consultar a população.
Caso a autarquia avance com o abate dos choupos, António Nunes garante que irá promover um abaixo-assinado pela cidade e, como "medida extrema", pondera amarrar-se às árvores com o restante grupo de protesto.
No local, são já visíveis sinais de protesto. Afixados nas árvores, existem cartazes com a frase 'Crime, não nos matem'.
De acordo com a câmara de Leiria, as obras de requalificação do Largo Cónego Maia terão início no final deste mês.
VOLTAR ao "DISPERSAMENTE"
Helena Amaro
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Leiria - Adro da Sé - Padreiro, acer falso platanus
Em Abril de 2008. O tempo estava de chuva. Este padreiro encontra-se no enfiamento de outras duas grandes árvores, centenárias: um Jacarandá e uma Tília tomentosa. Junto ao guichet dos bilhetes para o estacionamento do Adro da Sé.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Leiria - Ulmus glabra
Uma brilhante iniciativa, esta a de identificar com placas apropriadas, as árvores ornamentais de Leiria.
Há tanto tempo que se vinha chamando a atenção para esta lacuna imperdoável.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Tulipeira - Largo do Papa Paulo VI
Aspectos do jardim do Largo do Papa. Este largo faz parte toponímica do Largo 5 de Outubro de 1910. A informação de que disponho é que as árvores que lá estão plantadas são essencialmente, tulipeiras. Ainda não consegui confirmar.
Ameixoeira-de-jardim
Na parte extrema do extenso Largo 5 de Outibro, em Leiria, junto à Rodoviária (ao lado e em cima o Marachão)
Melia azedarach
Na alameda Dr. José Afonso Vieira (ao Marachão, margem esquerda do rio Lis) em Leiria.
Uma nota dissonante: alguém trocou um "r" por um "d". A árvore é uma Melia azedarach
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Os nomes das árvores de Leiria
Cada pessoa tem o seu nome próprio e (pelo menos era assim…) o nome de família. Assim nos identificamos e conseguimos relacionarmo-nos, não só com as outras pessoas com quem convivemos pessoalmente, mas também com os que, por um motivo ou por outro, necessitamos de contactar pelo correio ou até de viva voz.Esta foi a forma que encontrei para introduzir o tema que me traz à presença dos leitores deste jornal.Gostaria de falar de árvores. Dos nomes populares por que são conhecidas. Mas também dos nomes científicos que lhes são atribuídos. Tarefa complicada. Também algo trabalhosa para um leigo como eu, que decide, em dada altura, que já é tempo de começar a tratar as árvores pelo seu nome próprio.Na verdade, as árvores aí estão, mesmo ao nosso lado, a dar-nos sombra, a alegrar o nosso olhar, infelizmente, também, quantas vezes, a lembrar-nos que lhes temos que prestar muito mais atenção do que a vida actual, no seu dia a dia de correrias insanas, nos tem vindo a proporcionar nos últimos tempos. A despeito de, aqui e ali, ainda se notarem alguns laivos de interesse pelo bem estar das árvores, associações ambientalistas à parte, que essas existem (ou deveriam existir) para isso mesmo. Para pugnarem pela preservação das espécies, fauna e flora, absolutamente imprescindíveis à vida na Terra.A vida urbana, como bem nos apercebemos, está a condicionar dramaticamente os nossos hábitos de convívio com a Natureza. É aquilo que se come, o ar (condicionado) que se respira, a água que se bebe (será que estamos condenados a bebê-la somente engarrafada e sob rígidas normas de controlo de qualidade?), a desarborização galopante das áreas urbanizadas ou potencialmente urbanizáveis.A desarborização é um facto que já entrou, parece que definitivamente, nas nossas vidas. Justificações de toda a ordem, particularmente as de ordem económica, são invocadas a todo o momento, a tal ponto que até as próprias instituições que têm
http://dias-com-arvores.blogspot.com
É isso mesmo. Dias com árvores precisam-se como do pão para a boca!
António Santos Nunes
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Cedros na Qta de S. Venâncio em Leiria
Aspecto de pormenor de um dos vários Cedros centenários à entrada da Quinta de S. Venâncio, na Estrada das Cortes, entre Leiria e Cortes. Consultar também dispersamente.
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Bôrdo-negundo
Pormenores do Ritidoma, algo fissurado e de cor cinzento escuro, dada a sua idade. Localiza-se no Jardim Luís de Camões junto a outros exemplares, mais jovens, dos quais está separado por um caminho.
Estes exemplares estão plantados, também há já bastantes anos, mas não devem conseguir extrair desta terra os nutrientes de que careceriam para um crescimento mais rápido e sadio. Rua Mouzinho de Albuquerque, quem vem da Rotunda do Estádio.
Esta árvore está caracterizada com todos os pormenores no "Atlas das Árvores de Leiria":
Acer negundo
Nome Vulgar:
Bôrdo negundo
Família:
ACERACEAE
Género:
Acer
Nome científico:
Acer negundo
Folhas:
Folhas compostas, imparipinuladas, com os folíolos cada uma das partes de uma folha composta. ovados,
diz-se dos órgãos laminares com a secção longitudinal de um ovo.de margens irregularmente dentadas.
Flores:
Unissexuais, sem pétalas, dispostas em inflorescências e aparecendo antes das folhas.
Frutos:
Glabros, com asas expansão laminar, foliácea ou membranosa.arqueadas divergindo em ângulo agudo, castanhos na maturação, persistindo para além da queda das folhas.
Altura:
Até 20 m.
Tipo de Solo:
Textura desagregada, com elevado teor de humidade.
Origem:
Este da América do Norte
Floração:
Março
Utilidades:
Ornamental
Observações:
Resistente à poluição urbana.
-
A variedade cultivar "Variegatum" é muito usada na decoração de ruas (em Leiria o caso mais visível é o das árvores mesmo em frente do edifício do ex-Banco de Portugal) apresenta uma dupla coloração verde e amarela nas folhas.
Produz um belíssimo efeito de mosaico.
Estes exemplares estão plantados, também há já bastantes anos, mas não devem conseguir extrair desta terra os nutrientes de que careceriam para um crescimento mais rápido e sadio. Rua Mouzinho de Albuquerque, quem vem da Rotunda do Estádio.
Esta árvore está caracterizada com todos os pormenores no "Atlas das Árvores de Leiria":
Acer negundo
Nome Vulgar:
Bôrdo negundo
Família:
ACERACEAE
Género:
Acer
Nome científico:
Acer negundo
Folhas:
Folhas compostas, imparipinuladas, com os folíolos cada uma das partes de uma folha composta. ovados,
diz-se dos órgãos laminares com a secção longitudinal de um ovo.de margens irregularmente dentadas.
Flores:
Unissexuais, sem pétalas, dispostas em inflorescências e aparecendo antes das folhas.
Frutos:
Glabros, com asas expansão laminar, foliácea ou membranosa.arqueadas divergindo em ângulo agudo, castanhos na maturação, persistindo para além da queda das folhas.
Altura:
Até 20 m.
Tipo de Solo:
Textura desagregada, com elevado teor de humidade.
Origem:
Este da América do Norte
Floração:
Março
Utilidades:
Ornamental
Observações:
Resistente à poluição urbana.
-
A variedade cultivar "Variegatum" é muito usada na decoração de ruas (em Leiria o caso mais visível é o das árvores mesmo em frente do edifício do ex-Banco de Portugal) apresenta uma dupla coloração verde e amarela nas folhas.
Produz um belíssimo efeito de mosaico.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Que tal plantar neste local uma Carvalha para condizer com o nome da povoação que aqui começa? É que esta árvore é um Sobreiro.
Melia azedarach - Urbanização Vale de Lobos - Telheiro - Barreira - Leiria
Junto à ponte do Bairro dos Anjos - Leiria
No interior do Jardim Luís de Camões - Andava-se na azáfama de podas de sebes e arranjos diversos. Soube mais tarde que, no dia seguinte, Leiria ia receber o Primeiro-Ministro José Sócrates para se inaugurar as obras do Programa polis de Leiria.
Melia azedarach - Urbanização Vale de Lobos - Telheiro - Barreira - Leiria
Junto à ponte do Bairro dos Anjos - Leiria
No interior do Jardim Luís de Camões - Andava-se na azáfama de podas de sebes e arranjos diversos. Soube mais tarde que, no dia seguinte, Leiria ia receber o Primeiro-Ministro José Sócrates para se inaugurar as obras do Programa polis de Leiria.
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