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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Mais um abate de árvores em Leiria


Fotos recolhidas a partir do FB de Joaquim Dias
desta data e que também fazem parte do conjunto da notícia publicada pelo semanário "A Região de Leiria".










Pormenores na "Região de Leiria" de hoje.
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A questão que envolve todo este cenário revela contornos muito complicados e que já se assume como um caso de Ministério Público. 
Dado o manifesto interesse público penso ser oportuno transcrever, no essencial, a notícia que o semanário "Região de Leiria" insere no seu nº desta semana, a p 15.
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

O mistério do abate de árvores em Leiria (RL17abr2014)



O jornalista Manuel Leiria publicou um artigo de duas páginas no semanário "Região de Leiria" em que aborda o tema candente das árvores de Leiria, particularmente as que têm de coabitar (outras já foram riscadas do Atlas das árvores da cidade) com as pessoas nos passeios citadinos, e dá voz às opiniões dos que têm dado o seu melhor em prol da preservação deste património urbano, que devia ser inquestionável.

Muito já aqui deixei escrito tendo em vista o meu contributo para que se olhem as árvores como uma forma de se proporcionar uma qualidade de vida saudável, física e emocionalmente, aos cidadãos que aqui vivem e/ou nos visitam.

Nunca será demais pugnar por uma boa gestão do património arbóreo da urbe... 

Mais sobre árvores de Leiria  neste link no blogue "DISPERSAMENTE..."
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domingo, 5 de outubro de 2008

Requiem por uma FAIA...

Para quem conhece Leiria, não será difícil localizar esta imagem fotográfica. Foi em Outubro de 2006. Estamos na Alameda do marachão, junto ao Largo do Papa Paulo VI. Esta Faia púrpura morreu em 2007 e os seus restos foram cortados já em Julho/Agosto de 2008. Esperemos que não aconteça o mesmo a outra Faia Púrpura que se encontra neste recanto arbóreo, talvez dos mais típicos e com uma agradável variedade de espécimes: Grevillea robusta, Castanheiro da Índia, Mellia Azedarach, liquidâmbar, acer falso-plátano, tílias, faia púrpura e uma catalpa recuperada.
Não teria sido possível diagnosticar a tempo alguma possível doença que a acabou por vitimar?
Para mim, que há mais ou menos 4 anos venho a acompanhar mais atentamente a evolução das árvores de Leiria, foi uma grande perda...

Tive oportunidade de chamar a atenção, com frequência, para o estado desta faia, no meu blogue "dispersamente"...

Aliás, dois posts abaixo, mostro o perfil desta faia, com os ramos já secos...

Posted by Picasa