segunda-feira, 20 de julho de 2009

Árvores de Leiria - Cevadilha



(clic para ampliar)

Quantas vezes não terá passado por esta arvoreta e se terá questionado pelo seu nome? Finalmente em Leiria estão a ser colocados painéis informativos junto às árvores mais carismáticas da cidade, com as informações básicas acerca da planta, mas que já são uma óptima indicação para quem gosta de conhecer o seu nome e com ela poder comunicar com a devida intimidade emocional.
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Leiria - Árvore de Júpiter


(clic para ampliar)

Para quem visitar Leiria posso adiantar que esta árvore está plantada junto à Ponte Hintze Ribeiro, a antiga ponte que, quando se fazia o percurso Porto-Lisboa pela EN1, era obrigatório atravessar. Ali perto também podemos admirar a bela Fonte Luminosa com o seu conjunto escultórico "Lis e Lena" de Almeida Henriques.
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quarta-feira, 17 de junho de 2009

CHOUPOS A ABATER em LEIRIA ?!

de 17-6-2009
Continuação do post no blogue "dispersamente"
Leirienses ameaçam amarrar-se contra abate de choupos
O abate de dois choupos, localizados no Largo Cónego Maia, no centro de Leiria, está a provocar a indignação de vários leirienses, que ponderam a hipótese de se amarrarem às árvores, caso a Câmara Municipal avance com a medida.
Segundo faz saber a autarquia, o projecto de requalificação do Largo Cónego Maia, aprovado pelo executivo camarário, "prevê a substituição de dois choupos", tendo em conta que se trata de "árvores inadequadas para aquele espaço".
Nesse sentido, a câmara irá substituir os choupos por "quatro exemplares da espécie 'acer', árvores que são mais indicadas para o local".
No entanto, a medida não agrada a vários leirienses, que estão a mobilizar a restante população para sensibilizar a autarquia a recuar na decisão.
António Nunes é uma das vozes que se levantam contra o abate de duas espécies, considerando tratar-se de um "crime" realizado "à revelia da população".
"Temos de nos insurgir, porque as árvores são já uma referência na cidade e não estão a incomodar nada nem ninguém. Não me venham dizer que não são indicadas para a zona, porque o choupo é uma árvore que existe em todo o lado", referiu António Nunes ao nosso jornal, lamentando que a autarquia tenha tomado a decisão sem consultar a população.
Caso a autarquia avance com o abate dos choupos, António Nunes garante que irá promover um abaixo-assinado pela cidade e, como "medida extrema", pondera amarrar-se às árvores com o restante grupo de protesto.
No local, são já visíveis sinais de protesto. Afixados nas árvores, existem cartazes com a frase 'Crime, não nos matem'.
De acordo com a câmara de Leiria, as obras de requalificação do Largo Cónego Maia terão início no final deste mês.
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Helena Amaro

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Leiria - Adro da Sé - Padreiro, acer falso platanus



Em Abril de 2008. O tempo estava de chuva. Este padreiro encontra-se no enfiamento de outras duas grandes árvores, centenárias: um Jacarandá e uma Tília tomentosa. Junto ao guichet dos bilhetes para o estacionamento do Adro da Sé.
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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Leiria - Ulmus glabra



Uma brilhante iniciativa, esta a de identificar com placas apropriadas, as árvores ornamentais de Leiria.
Há tanto tempo que se vinha chamando a atenção para esta lacuna imperdoável.
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quarta-feira, 18 de março de 2009

Tulipeira - Largo do Papa Paulo VI


Aspectos do jardim do Largo do Papa. Este largo faz parte toponímica do Largo 5 de Outubro de 1910. A informação de que disponho é que as árvores que lá estão plantadas são essencialmente, tulipeiras. Ainda não consegui confirmar.
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Ameixoeira-de-jardim


Na parte extrema do extenso Largo 5 de Outibro, em Leiria, junto à Rodoviária (ao lado e em cima o Marachão)
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Melia azedarach


Na alameda Dr. José Afonso Vieira (ao Marachão, margem esquerda do rio Lis) em Leiria.
Uma nota dissonante: alguém trocou um "r" por um "d". A árvore é uma Melia azedarach
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Cedro do Líbano


No jardim Luís de Camões em Leiria.
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terça-feira, 17 de março de 2009

Araucária



Esta araucária já deve estar plantada no Jardim Luís de Camões há mais de cem anos. Basta observar as fotografias antigas da cidade.
Finalmente, começaram a ser colocadas placas sinalizadoras junto das árvores mais emblemáticas de Leiria!...
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domingo, 5 de outubro de 2008

Requiem por uma FAIA...

Para quem conhece Leiria, não será difícil localizar esta imagem fotográfica. Foi em Outubro de 2006. Estamos na Alameda do marachão, junto ao Largo do Papa Paulo VI. Esta Faia púrpura morreu em 2007 e os seus restos foram cortados já em Julho/Agosto de 2008. Esperemos que não aconteça o mesmo a outra Faia Púrpura que se encontra neste recanto arbóreo, talvez dos mais típicos e com uma agradável variedade de espécimes: Grevillea robusta, Castanheiro da Índia, Mellia Azedarach, liquidâmbar, acer falso-plátano, tílias, faia púrpura e uma catalpa recuperada.
Não teria sido possível diagnosticar a tempo alguma possível doença que a acabou por vitimar?
Para mim, que há mais ou menos 4 anos venho a acompanhar mais atentamente a evolução das árvores de Leiria, foi uma grande perda...

Tive oportunidade de chamar a atenção, com frequência, para o estado desta faia, no meu blogue "dispersamente"...

Aliás, dois posts abaixo, mostro o perfil desta faia, com os ramos já secos...

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ulmeiros e Cedros em Leiria

Só se vê um bocadinho do Ulmeiro, no canto inferior direito. Mas tenho várias outras fotos que lhe são especialmente dedicadas.
O Ulmus glabra(*) do Jardim Luís de Camões em Leiria, mal se nota no meio do foco principal destas fotografias. A ideia era fotografar as pinhas, ainda verdinhas, dum Cedro de grande dimensão e muita idade. No canto NW do jardim, virado para a Praça Paulo VI.
Esta entrada é dedicada, em particular, ao "dias-com-arvores" depois de lá ter deixado um comentário acerca dos Ulmeiros e da doença que os vem afectando de há bastante tempo.
(*) Pode-se apreciar esta árvore sem folhas e num maior enquadramento aqui.
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Recanto de encantar - em Leiria

As folhas duma faia púrpura
Uma visão geral dum recanto encantado, junto à Ponte do Bairro dos Anjos: liquidâmbar, melia azedarach, faia púrpura, padreiro bastardo...
Uma rola no cucuruto duma faia no mesmo enfiamento daquela cujas folhas são apresentadas acima. Esta, quanto a mim, secou. Já este ano...
No mesmo recanto também se podem observar um negundo e uma tília. Lá está a faia que terá secado este ano. Uma pena!
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terça-feira, 20 de maio de 2008

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Provedor do Ambiente

* Neste endereço pode observar-se mais uma daquelas atitudes que só muito dificilmente se justificam. O abate de mais uma árvore pública.
Pela minha parte tenho-me vindo a envolver cada vez mais na luta pelas árvores e pela sua conservação nos espaços públicos, sejam rústicos, sejam urbanos. Mas particularmente os urbanos como Leiria, cidade e concelho. Cada dia que passa, há mais alcatrão, pouco empedrado e muitíssimo betão.
Depois admiramo-nos das reacções bruscas e violentas da própria Natureza, talvez a tentar repor as coisas nos seus lugares.
Será que nos estamos a esquecer que somos um ponto ínfimo na imensidade do Universo?...
Que o Planeta Terra nem se veria ao microscópio se o enquadrássemos no conjunto do Universo, mesmo que fosse só a parte que nós, homens, já conseguimos localizar e antever?
E lembrei-me de propor: Porque não um Provedor do Ambiente, competente, independente, incorrupto, com poderes para actuar?
-
(meu comentário no post do "sombraverde"):

É caso para perguntar. Para quando um Provedor do Ambiente? E iria mais longe. Eleito pela Assembleia da República e com poderes para actuar cautelarmente face a denúncias.
Não estou a brincar. Nem o caso é para brincadeiras. O Futuro do nosso Planeta está em jogo.
E a maior parte dos homens andam completamente alheios à necessidade imperiosa de cada um de nós fazer a sua parte pela preservação das nossas árvores, espaços verdes, cultivar produtos agrícolas, proteger os jardins públicos, reivindicar nas Autarquias mais acção em prol do Verde.
Há que abrir os olhos e reparar na Natureza de que fazemos parte integrante.
Enquanto é tempo!
António
ps: parabéns, Pedro, pelo reconhecimento que está a ter pelo trabalho incansável no "Sombraverde".

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Lódão bastardo


Estas fotografias foram tiradas recentemente na Rua Henrique Sommer em Leiria. O nome desta árvore é Lódão bastardo e encontra-se em variadíssimos lugares, praças, ruas e escolas (Ver Escola Amarela, por exemplo).

Família: Ulmáceas
Espécie: Celtis australis
Grupo: Folhosa
Altura: 15 a 30m

Espécie meridional de plena luz que aprecia o calor, suporta climas com períodos estivais secos, pluviosidade baixa e possui boa resistência ao vento. Pouco exigente quanto ao solo, aceita-os pobres em húmus, de húmido a seco e pH ácido ou neutro, mas suporta bem os calcários. Cresce até 1200 m de altitude.
No entanto, o lódão-bastardo ou agreira, encontra condições óptimas sobre solos ricos e húmidos, como as margens dos rios e os prados húmidos.
Propaga-se por semente, (necessita certas condições para germinar), por estacas e rebenta bem de raíz e de touça.
Crescimento lento; vive em média 200 anos podendo chegar aos 600 anos.

Fazem parte da mesma Família: o lódão-bastardo-americano (Celtis occidentalis) assim como os ulmeiros (Ulmus). Todas são ulmáceas com folhas assimétricas na base. No entanto, distinguem-se bem através dos frutos (os ulmeiros dão frutos achatados, secos e alados enquanto que os frutos do lódão são globosos e carnudos), como também pelas folhas (as dos ulmeiros são uninérvias na base e as do lódão têm três nervuras na base).
info com base aqui
Ver também aqui

domingo, 20 de abril de 2008

Esteva




TAXONOMIA
A esteva (Cistus ladanifer L.) pertence à família Cistaceae. Esta contém 8 géneros e mais de 160 espécies. São um elemento importante dos matos existentes nos ecossistemas dos climas mediterrânicos, principalmente nos solos não calcários onde são muitas vezes a espécie dominante.
CARACTERÍSTICAS GERAIS E MORFOLÓGICAS
É uma planta perene de crescimento rápido. Tem usualmente um porte arbustivo, podendo atingir alturas de 2.5 m, ainda que normalmente não ultrapasse os 2 m.As folhas são inteiras, compridas e estreitas alcançando 10 cm de comprimento e 1.5 cm de largura. Estão desprovidas de estípulas, têm uma inserção oposta e estão agrupadas aos pares. As folhas não possuem pêlos na página superior mas estão cobertas de pêlos estrelados na inferior. Quando são jovens, estão fortemente impregnadas de uma substância pegajosa, denominada ládano, que tem um aspecto brilhante e se cola às mãos e roupa. As folhas velhas têm uma coloração grisalha.As flores são solitárias e grandes, podendo ter 10 cm de diâmetro. Possuem 3 sépalas e 5 pétalas de cor branca, podendo ter por vezes uma coloração púrpura na sua base. Cada flor individual dura apenas um dia, existindo, no entanto, uma longa sucessão destas.O fruto é uma cápsula globosa com 7-10 compartimentos.

(in Naturlink)
- Esta referência ocorreu-me porque comecei a reparar, de há uns anos a esta parte, nas minhas deambulações de trabalho, à volta de Leiria, principalmente nas bermas das estradas, esta flor muito alva e, nalguns casos, pintalgada por 5 pinceladas de cor púrpura. E assim cheguei à, pelos vistos, vulgar, esteva, que ocorre por muitas das zonas de mato do centro e sul de Portugal.

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